1) A tendência evolutiva predominante segue no sentido da diferenciação mais que no da síntese...
Serwis znalezionych hasełOdnośniki
- Smutek to uczucie, jak gdyby się tonęło, jak gdyby grzebano cię w ziemi.
- había hecho tantas guerras por idealismo, como todo el mundo creía, ni había renunciado por cansancio a la victoria inminente, como todo el mundo creta, sino que...
- (5) Il suit de là que même telle ou telle volition de l'homme (car l'existence de la volonté n'appartient pas à son essence) veut une cause externe, par...
- Essa afirmação é muito radical e reconheço que parece falsa...
- Sabe que o poder da gazela é a habilidade de suas pernas...
- Que podia estar armado com uma faca...
- - Nada de mais...
- Todas as unidades lexicais neológicas analisadas possuem seus respectivos contextos, que foram retirados da Base de Neologismos, que, no corpo do trabalho, será...
- pianinie (2 lata w szkole muzycznej w T...
- CZĘŚĆ TRZECIA ULGORozdział XIII Następnego ranka skręcili na północny zachód i ruszyli ku stromym, białym...
- — Mam nadzieję, że nie⌠Uważam, że już by się pani dowiedziała...
Smutek to uczucie, jak gdyby się tonęło, jak gdyby grzebano cię w ziemi.
30
2)
A segunda razão está relacionada à primeira: “a formação de
conceitos gerais a partir de termos específicos é de reduzida
importância na comunicação não-científica”. Ou seja, a linguagem
da vida diária está voltada mais para o concreto e específico do que
para o abstrato e geral.
Contudo, Ullmann (op. cit., p. 479) ressalta serem os casos de ampliação semântica muito freqüentes em várias línguas e Borba (2003, p. 160) afirma que a expansão se dá em maior escala que a retração8.
Como já citado anteriormente, a língua é um produto social. Portanto, a extensão e a restrição também ocorrem por causa de fatores sociais:
(...) uma palavra que passa de um meio limitado para o uso comum alargará
algumas vezes o seu significado e perderá no processo alguns dos seus traços distintivos. (ULLMANN, op. cit., p. 479-480)
De acordo com Marques (1976, p. 28-29), na história da semântica tradicional, as primeiras tentativas classificatórias das alterações de sentido tiveram como embasamento critérios oriundos da gramática greco-latina. Tais critérios levavam em conta os resultados da comparação entre os sentidos das palavras antes e depois da constatação da mudança de significado:
A extensão de sentido englobava todos os casos em que um termo passava a se aplicar a um número maior de referentes do que antes: macaco “espécie de símio”
passa a designar “mecanismo para levantar grandes pesos” (...). (MARQUES, op.
cit., p. 29)
A restrição de sentido, por sua vez, ocorria quando os referentes de uma determinada palavra sofriam diminuição, como é o caso de boato, atualmente mais usado como “notícia anônima que corre publicamente” e cujo sentido original era grito ruidoso. Fortuna, por exemplo, tinha um significado mais neutro: o que sucede por acaso e, nos dias atuais, seu significado restringiu-se a boa sorte, bens, riqueza.
A transferência de sentido englobava as alterações de caráter mais complexo e abrangentes de extensão de sentido: planta, por exemplo, parte inferior do pé, passou a designar genericamente qualquer vegetal, bem como desenho que representa a projeção horizontal de um edifício.
8 Usamos, para as citações de cada autor aqui discutidos, sua respectiva terminologia.
31
Sob a influência dos trabalhos de Geografia Lingüística e de análises detalhadas de transformações fonético-semânticas em numerosas palavras, passou-se a assinalar a complexidade dos fenômenos de mudança de sentido: tornava-se necessário examinar-lhes as causas, no nível dos processos mentais que os determinavam, das circunstâncias sócio-culturais que os impeliam, e dos condicionamentos lingüísticos estritos que os acompanhavam. (MARQUES, op. cit., p. 29)
Entidade histórica, instrumento de intercomunicação social e de expressão cultural: é assim que a língua passa a ser vista. Dessa maneira, as alterações semânticas seriam decorrentes das mudanças históricas e sócio-culturais. Concomitantemente, são enfatizados os mecanismos psicológicos “subjacentes às mudanças de relação entre os elementos vocabulares na estrutura da língua”. (MARQUES, op. cit., p. 30)
Assim, as inovações lingüísticas resultariam de um esforço de ajuste de
expressão/pensamento e se dariam por meio de associações de semelhança ou de contigüidade entre a forma e o sentido das palavras. Atuariam fatores internos e externos, dos quais decorreriam mudanças nas relações entre o sentido da palavra e:
a) o seu referente;
b) o sujeito falante;
c) as demais palavras da língua.
A extensão e a restrição resultam na polissemia. Todo signo lingüístico pode ser polissêmico, uma vez que é arbitrário e convencional e o significado é um conjunto de traços sêmicos. Esses traços podem se expandir em diversas direções resultando numa pluralidade significativa. Tal fato está intimamente ligado à convenção lingüística, possibilitadora não apenas da comunicação interpressoal, mas também da sobrevivência do código como sistema instituído e suprapessoal:
Se o nome não se liga à coisa como sabemos desde Platão, nada mais natural que um mesmo significante represente coisas ou estado de coisas diversos. (Borba, 2003, p. 161).
A polissemia constitui um traço fundamental da fala humana e pode surgir de distintas maneiras (ULLMANN, op. cit., p. 331). Uma única palavra pode ser símbolo de diversas realidades, ou seja, pode ter vários conteúdos ou significações, como bem destaca Baldinger (1970, p. 35).